Existem órgãos competentes que fiscalizam o trabalho de um Médico que aplica a Medicina Alternativa ou a Naturopatia em seus atendimentos. As práticas de saúde "alternativas" ou naturais são baseadas em princípios não testados, não tradicionais ou não científicos. A Medicina Alternativa é, portanto, anticientífica e baseada em "crenças metafísicas". Quando a prática "alternativa" é oferecida juntamente com a medicina tradicional, ela é chamada de "Medicina Complementar".
O Escritório de Medicina Alternativa do Instituto Nacional de Saúde apoia numerosos estudos de métodos não ortodoxos de cura. Inclusive sobre o uso da cartilagem de tubarão para tratar o câncer e sobre a eficácia do pólen das flores no tratamento de alergias. Existem estudos acadêmicos sobre o uso de plantas e animais em tratamentos diversos, que auxiliem a saúde humana, sem prejudicar qualquer região do corpo. Ou seja, essa é a eficácia da Naturopatia ou da Medicina Alternativa: "curar sem agredir".
São consideradas, entre outras, práticas de Medicina Alternativa: acupuntura, aromoterapia, arte-terapia, auriculoterapia, ayurveda, biodança, bioenergética, cristaloterapia, cromoterapia, fitoterapia, homeopatia, iridologia, magnetoterapia, musicoterapia, ortomolecular, reflexologia, reiki, regressão, etc. Muitas dessas técnicas são aplicadas em Spas ou Clínicas de Reabilitação, com sucesso comprovado.

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